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DISPUTA APERTADA PARA PRESIDENTE DA CÂMARA DE NANUQUE: 7 X 6

profademircomunica
há 11 minutos
2 min de leitura

Bruce Allan venceu a eleição e vai comandar o Legislativo no biênio 2027-2028



A eleição para a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Nanuque para o biênio 2027–2028 terminou com vitória apertada da chapa 1, encabeçada pelo advogado Bruce Allan Santos Guimarães (PL), que recebeu sete votos. A chapa 2, liderada pela professora Lualga Lopes Miranda (MDB), obteve seis votos. A sessão aconteceu na noite desta terça-feira (20/10).


Votaram em Bruce: o próprio Bruce; o atual presidente Joselicio Santos Medina, o Zezinho Medina (PP); Carlos Souza da Cruz, o Cau da Balança (Solidariedade); Djalma Moreira, o Djalminha (Solidariedade); Elienis Oliveira Santos Tigre (Republicanos); Luan de Jesus Saúde (Solidariedade); e Jesualdo Pereira Damascena (PP).


A chapa 2 recebeu os votos de Givanildo Souza Moreira, o Gigi (PV); Fábio Costa de Jesus, o Fabim do Zarur (PP); Lot Ignácio de Souza Júnior, o Lozim (PL); Sidnei Pereira Silva (PSB); e Bruno Salomão dos Santos (PSDB), além, é claro, da candidata a presidente Lualga.


O resultado de 7 a 6 marcou uma disputa decidida voto a voto e definiu a composição que ficará à frente do Legislativo municipal entre 1º de janeiro de 2027 e 31 de dezembro de 2028: Bruce, o vereador mais novo da Câmara, com 26 anos, em seu primeiro mandato, será o presidente; Djalma Moreira ocupará o cargo de vice; e Luan Saúde, empossado no final de setembro, vai secretariar os trabalhos da mesa.


SESSÃO TENSA


A eleição da Mesa Diretora foi marcada por tensão e discussões acaloradas entre os vereadores, num retrato de que a disputa ia além da escolha de cargos. O placar apertado de 7 a 6 confirmou uma Câmara dividida e mostrou que cada voto teve peso decisivo na definição.


Nos bastidores, a chapa 1 teria contado com o apoio do prefeito Gilson Coleta (PP). O vereador Gigi chegou a registrar o seu nome como candidato a presidente da chapa 3, mas desistiu logo em seguida. — uma articulação que, se confirmada, deverá ser acompanhada de perto pela população. Já a chapa 2 apresentou como bandeira a autonomia do Legislativo e a independência em relação ao Executivo, defendendo uma atuação fiscalizadora mais firme. Com a derrota por apenas um voto e a possibilidade de se consolidar como oposição, o grupo poderá ter papel central na próxima legislatura: cobrar, propor e mostrar que divergência política também pode servir ao interesse público.


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